https://periodicos.iffarroupilha.edu.br/index.php/cienciainovacao/issue/feedRevista de Ciência e Inovação2025-04-04T15:38:15-03:00Rejane Floresrejane.flores@iffarroupilha.edu.brOpen Journal Systems<p>A <strong>Revista de Ciência e Inovação</strong> (ISSN 2448-4091) é um periódico técnico-científico, multidisciplinar, vinculado ao Instituto Federal Farroupilha (IFFar, RS, Brasil). A revista publica, sem custos, trabalhos originais e inéditos, nas diversas áreas do conhecimento. A submissão dos artigos é feita de forma contínua, por meio do <em>Open Journal Systems</em> (OJS). Para a avaliação dos artigos é adotado o processo de avaliação por pares. A Revista de Ciência e Inovação oferece acesso aberto, <em>online</em> e gratuito a todo o seu conteúdo. </p>https://periodicos.iffarroupilha.edu.br/index.php/cienciainovacao/article/view/483Aspectos produtivos e custo operacional de alface hidropônica submetida a diferentes manejos de vazão da solução nutritiva2025-04-04T05:33:18-03:00Narielen Moreira de Moraisnarielen.morais@iffarroupilha.edu.brMarcia Xavier Peitermarcia.peiter@ufsm.brAdroaldo Dias Robainaadroaldo.robaina@ufsm.brAna Rita Costenaro Pariziana.parizi@iffarroupilha.edu.brNicolas Gerottogerottonicolas@gmail.com<p>A produção de hortaliças em sistemas hidropônicos intensivos requer conhecimentos sobre as variáveis que compõem os custos de produção e seu manejo adequado. A vazão é um fator determinante, tanto nos custos de produção quanto nos custos operacionais, interferindo diretamente no consumo de energia elétrica. Este estudo teve como objetivo avaliar os aspectos produtivos da alface em relação à vazão da solução nutritiva e ao consumo de energia em um sistema hidropônico com técnica de fluxo de nutrientes. O experimento foi conduzido em bancadas individuais, com tratamentos compostos por cinco vazões de solução nutritiva: de 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 e 2,5 litros por minuto (L/min). Foram avaliados os componentes de produção e os custos operacionais da bomba d’água. A produção média das plantas foi de 250,5 g, 282,75 g, 316 g, 338,5 g e 346,6 g, para as vazões de 0,5 L/min, 1,0 L/min, 1,5 L/min, 2,0 L/min e 2,5 L/min, respectivamente. Os menores custos operacionais de energia e o maior desempenho produtivo foram observados na vazão de 1,5 L/min, enquanto o desempenho reduzido foi observado em vazões de 0,5 e 1,0 L/min. As diferentes estratégias de gerenciamento de água avaliadas indicam a viabilidade de operar um sistema hidropônico, considerando todas as relações custo-benefício (C/B) maiores que 1.</p>2025-04-03T14:33:36-03:00Copyright (c) 2025 Narielen Moreira de Morais, Marcia Xavier Peiter, Adroaldo Dias Robaina, Ana Rita Costenaro Parizi, Nicolas Gerottohttps://periodicos.iffarroupilha.edu.br/index.php/cienciainovacao/article/view/477O uso de estratégias de microlearning na educação formal em diferentes níveis de ensino2025-03-17T16:25:51-03:00 Marcélli Beles Raddatz marcelliraddatz.aluno@unipampa.edu.brSandra Piovesansandrapiovesan@unipampa.edu.brValesca Brasil Iralavalescairala@unipampa.edu.br<p>Este artigo é uma Revisão de Escopo que investiga como o<em> microlearning</em> tem sido utilizado em diferentes níveis de ensino dentro da educação formal. O objetivo é explorar os conceitos e a compreensão dos autores sobre o uso dessa abordagem, buscando responder à questão de pesquisa: como o <em>microlearning </em>é aplicado na educação formal nos diversos níveis de ensino? Para isso, seguimos os cinco passos metodológicos típicos de uma Revisão de Escopo: a) Definição da questão de pesquisa; b) Identificação dos estudos relevantes; c) Seleção dos estudos encontrados; d) Mapeamento dos dados; e) Síntese, agrupamento, resumo e relato dos resultados. A base de dados <em>Dimensions</em> foi utilizada para a busca dos estudos. Os resultados mostram que o <em>microlearning </em>é mais frequentemente encontrado em contextos universitários, sendo integrado a diferentes modelos e metodologias. Essa abordagem oferece conteúdos de maneira objetiva e concisa, demonstrando ser uma ferramenta eficaz para atender às necessidades dos alunos e melhorar os resultados das avaliações. A revisão sugere que o<em> microlearning</em> tem gerado resultados positivos, motivando novos estudos para explorar suas vantagens e desvantagens.</p>2025-01-08T00:00:00-03:00Copyright (c) 2025 Marcélli Beles Raddatz , Sandra Piovesan, Valesca Brasil Iralahttps://periodicos.iffarroupilha.edu.br/index.php/cienciainovacao/article/view/507Critérios de qualidade analisados em águas minerais envasadas comercializadas nas cinco regiões do Brasil: uma revisão descritiva2025-04-04T15:38:15-03:00Thyago Marques Monteirothyago_mm@hotmail.comCláudia de Oliveira Cunhaclaudiacunha@quimica.ufpb.brGabriela Fehn Fissgffiss@gmail.com<p>Nos últimos anos, houve um aumento na comercialização de água mineral engarrafada no Brasil. Isso decorre devido à confiabilidade que a água mineral pode oferecer ao consumidor, especialmente em relação à qualidade e segurança. Neste contexto, este estudo realizou um levantamento bibliográfico de trabalhos relacionados à qualidade físico-química e microbiológica de águas minerais envasadas e comercializadas em diferentes estados brasileiros. Foram revisados trabalhos em língua portuguesa, publicados entre 2016 a 2022, que abordaram análises de pH, turbidez, condutividade, dureza total, cloreto e aspectos microbiológicos, em vasilhames de 500 mL e 20 L. Analisaram-se os dados de amostras coletadas em doze estados do Brasil. No total, vinte e quatro trabalhos foram selecionados. As análises de pH e microbiológicas foram as mais representativas (58,3% dos trabalhos) e a análise de turbidez foi a menos representativa (16,6% dos trabalhos). Mais da metade das amostras apresentou pH abaixo da faixa ideal. Apesar de a maioria das análises estar em conformidade com a legislação brasileira vigente, quase um terço das amostras analisadas apresentou contaminação por coliformes totais, com destaque para o estado de Minas Gerais e garrafões de 20 L, que apresentaram os maiores percentuais. Esse estudo demonstra a necessidade de monitoramento contínuo da qualidade da água mineral comercializada no Brasil, além de uma maior fiscalização pelos órgãos competentes.</p>2025-04-03T15:04:11-03:00Copyright (c) 2025 Thyago Marques Monteiro, Cláudia de Oliveira Cunha, Gabriela Fehn Fiss